Da tradição à modernidade: explore os coquetéis que nunca saem de moda, com Otávio Fakhoury

Igor Blinov
By Igor Blinov
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Otávio Fakhoury

Como alude o conhecedor do assunto Otávio Fakhoury, a arte da coquetelaria vai muito além de misturar ingredientes; trata-se de criar experiências sensoriais que encantam o paladar e despertam memórias. Alguns drinks, ao longo da história, conquistaram um lugar especial no coração dos entusiastas, tornando-se verdadeiros clássicos. Esses elixires, muitas vezes herdeiros de receitas ancestrais, carregam consigo a essência de épocas passadas e a habilidade dos bartenders que os aperfeiçoaram ao longo dos anos.

Veja a seguir os principais clássicos da coquetelaria e entenda por que eles permanecem tão populares até hoje!

O que torna um coquetel um clássico? 

Um coquetel clássico é aquele que atravessa gerações sem perder sua relevância. Geralmente, essas bebidas apresentam uma combinação simples, mas harmoniosa, de ingredientes que são capazes de agradar diferentes paladares. Além disso, muitos desses drinks têm histórias fascinantes associadas a eventos históricos, personalidades icônicas ou até mesmo locais específicos, o que contribui para seu status atemporal. 

Otávio Fakhoury
Otávio Fakhoury

Conforme destaca Otávio Fakhoury, a simplicidade também é um dos fatores-chave que tornam um coquetel clássico. Ingredientes como gin, whisky, rum e vermute são comuns em muitas dessas receitas, justamente porque oferecem versatilidade e equilíbrio. O Martini, por exemplo, é um símbolo de sofisticação e minimalismo, com sua combinação de gin e vermute seco. O Old Fashioned, por sua vez, cativa pela mistura de whisky, açúcar e bitters, resultando em uma bebida intensa e marcante. 

Quais são os drinks clássicos que não podem faltar no repertório? 

Entre os coquetéis mais famosos do mundo, o Negroni é um destaque. Criado na Itália, ele combina partes iguais de gin, vermute tinto e Campari, resultando em um sabor amargo e sofisticado. Segundo o entusiasta Otávio Fakhoury, uma bebida perfeita para quem aprecia drinks equilibrados e com personalidade. Outro clássico indispensável é o Mojito, que nasceu em Cuba e é conhecido por sua refrescância, com a mistura de rum branco, hortelã, açúcar, limão e água com gás.

@otaviooscarfakhoury

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Outro drink que merece menção é o Manhattan, uma escolha elegante e cheia de história. Feito com whisky (tradicionalmente rye), vermute tinto e bitters, ele é servido gelado e decorado com uma cereja, exalando sofisticação. Já o Daiquiri é um exemplo de como a simplicidade pode ser genial, com sua combinação de rum branco, suco de limão e açúcar, originada nas praias de Cuba. 

Como preparar e apreciar esses drinks como um profissional?

Preparar um coquetel clássico exige atenção aos detalhes e respeito pela receita original. O primeiro passo é investir em ingredientes de qualidade, já que, em drinks com poucas misturas, cada componente precisa brilhar. Um bom gin, whisky ou rum pode fazer toda a diferença no resultado final. No mais, é importante medir as proporções corretamente, garantindo o equilíbrio dos sabores. 

Outro ponto crucial é dominar as técnicas de preparo, como mexer, bater ou montar. O Martini, por exemplo, deve ser mexido com gelo para preservar sua textura suave, enquanto o Margarita é melhor quando batido, permitindo que todos os ingredientes se integrem perfeitamente. A escolha do copo também é essencial, já que ele influencia tanto na apresentação quanto na experiência sensorial. 

Por fim, apreciar um clássico é um ritual. O ambiente, a companhia e até mesmo a música, podem elevar o momento de degustação. Cada drink conta uma história e oferece uma experiência única, que vai além do simples ato de beber. Como elucida o conhecedor Otávio Fakhoury, saber degustar lentamente, sentindo as camadas de sabores, é o que transforma a coquetelaria em uma arte. 

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